Mostrando postagens com marcador Viagem. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Viagem. Mostrar todas as postagens

O que a interwebs fala? #4 #Intercâmbio

domingo, 3 de julho de 2016 1 Comentário

Não sei  qual a necessidade de colocar duas hashtags no título do post, mas enfim...

Nos últimos meses, acabei falando bastante sobre intercâmbio no blog. É um assunto que amo e sei quão importante é, para as pessoas que estão em fase "pré-embarque", conhecer histórias e experiências de outros intercambistas. Ajuda acalmar os nervos. hahaha

Então, decidi fazer um O que a Interwebs fala? especial de intercâmbio, fazendo um apanhado de tudo que postei sobre o assunto e mais uma entrevista bacaninha que dei para EF.

Fiz intercâmbio de um mês em Vancouver e...

O Fiz intercâmbio de um mês em Vancouver e... foi o primeiro post que fiz sobre o assunto. Tem um apanhado geral sobre o intercâmbio e a cidade.

Como é morar em residência estudantil?

Em Como é morar em residência estudantil?, contei sobre a minha rotina e os pontos positivos e negativos de morar em student house.

Como é morar em casa de família (Inglaterra)?

Convidei a Évelin para falar sobre Como é morar em casa de família? A Évelin morou em Brighton, na Inglaterra, e fez um post bem legal sobre o assunto.

Como é morar em casa de família (Canadá)?

No post Como é morar em casa de família (Canadá)?, minha amiga, Andi, também, contou a experiência dela morando com hostfamily. Ela falou sobre o primeiro contato e o convívio com a família canadense.

Palavra de Intercambista: Vancouver

A EF (empresa de intercâmbio) me convidou para dar minha palavra de intercambista sobre Vancouver, no Canadá. Ficou bem legal a entrevista no blog deles. Contei sobre minhas impressões, meu lugar favorito, dica de restaurante bom e barato e por que recomendo o Canadá <3.



Beijos, Mari! :)
Facebook | Instagram | Twitter |Spotify | Bloglovin | Pinterest

Intercâmbio: Como é morar em casa de família? #2

domingo, 19 de junho de 2016 7 comentários
Post passado a Évelin contou sobre a experiência dela morando em casa de família em Brighton, na Inglaterra. Agora é a vez da Andiara. A Andi é uma amiga que conheci logo na minha chegada ao Canadá. Ela é de Porto Alegre-RS e formada em Relações Públicas pela UFRGS. Enjoy o relato dela. ;)



Por que host family?


Diferentemente da Mari, fiquei hospedada em casa de família. Era a opção mais em conta e achei que seria positivo para mim, já que, antes de ir ao Canadá, tive que desistir de um intercâmbio de trabalho nos Estados Unidos. Uma amiga da faculdade que já tinha feito intercâmbio em Vancouver e ficou em casa de família foi, indiretamente, influência para eu tomar essa decisão.

Antes do embarque


Eu, a Mari e a Évelin (minha amiga que ficou numa homestay na Inglaterra) viajamos pela mesma agência, então o procedimento provavelmente foi bem parecido para nós. Assim como a Évi, recebi perguntas mais específicas sobre restrições alimentares, alergias, convívio com crianças e animais. Algumas semanas antes da viagem, eu estava bastante ansiosa para ter mais informações precisas e, quando finalmente recebi o perfil da família, endereço e outros dados, fiquei nervosa e eufórica ao mesmo tempo. Hahahaha

Minha família é/era filipina: mãe, pai e um casal de filhos adolescentes (na época). Encontrei perfis deles no Facebook e tentei fazer algum contato, mas no começo não tive resposta. Levei presentes: chocolates de marcas brasileiras, um livro com fotos de Porto Alegre, minha cidade natal, um CD com algumas das minhas músicas brasileiras preferidas e um ímã de geladeira com um casal de bonequinhos pilchados, ou seja, vestidos com as roupas típicas da cultura gaúcha.

Primeiro contato


Na chegada ao aeroporto de Vancouver, eu e outros 3 amigos nossos (meus e da Mari) acompanhamos um homem que faria o transfer para nós - esse serviço é contratado na agência de intercâmbio. Embarcamos com as malas na van e o tal homem levou cada um de nós para sua respectiva casa. Fui a segunda a ser "liberada" e estava meio tensa, não vou mentir...

Logo essa tensão passou, felizmente! Eu não sabia, mas chegando à minha casa descobri que outros estudantes moravam nela e morariam comigo: dois sul-coreanos, duas sul-coreanas e uma japonesa, que voltaria ao Japão no mesmo dia em que cheguei. Apesar de eles estarem sentidos com a amiga que iria embora do Canadá, fui muito bem recebida com sushi e muitas perguntas pela turma. 

Os orientais realmente são educadíssimos: apenas algumas horas depois que cheguei, eles me convidaram e fomos todos a um mercado oriental perto de casa, para que eu fizesse algumas compras, conhecesse um pouco da rua, me familiarizasse com o ônibus (e o cartão, muito útil). Também teve um jantar de despedida/recepção, com comidas sul-coreanas e, de sobremesa, negrinho de panela (brigadeiro, fora do Rio Grande do Sul, hehehe) com o leite condensado que levei na mala.

Convívio com a host family


Aos poucos, fui conversando mais com mãe e filha - não tenho certeza se o filho era autista, mas ele ficava mais quietinho, na dele, e o pai era carregador, trabalhava muito e praticamente o dia inteiro. Minha mãe filipina já sabia que eu teria muitas atividades programadas pela agência, mas sempre procurei fazer tudo conforme as regras e, no caso de surgir qualquer dúvida, ela estava disponível (please let me know foi uma frase que me acostumei a ouvir). 

Algumas vezes na semana, eu jantava ou almoçava fora com meus amigos da escola ou ia a festas, mas sempre perguntava à minha mãe filipina se o fato de eu voltar tarde era ok para ela, e não tive nenhum problema. Claro, eu deveria seguir as regras diárias da casa: não andar pela casa com os mesmos calçados de andar na rua, não fazer barulho/bagunça... Se, por algum motivo, sair à noite não fosse algo "do agrado" da família, eu respeitaria e procuraria outras opções. Considero que estar numa família que deu liberdade a 5 jovens adultos estrangeiros (como minha própria mom dizia) e abriu espaço ao diálogo foi bem importante pra minha experiência.

Além disso, minha mom cozinhava, normalmente comidas orientais. Tive problemas com a pimenta (muito, muito forte) e - muito fofo e querido da parte deles - família e colegas sul-coreanos faziam versões not spicy (não apimentada) da comida pra mim, e eram ótimas! Mesmo quando tinha algo marcado, comia um pouco da comida caseira antes de sair, eu me sentia mal e achava falta de consideração não fazer isso. Também era a mãe que preparava sanduíches pro nosso almoço na escola, cada um com seu nome (eu prefiro ser chamada pelo meu apelido, Andi, e virei Andy para eles, bem rapidinho. Hehehe)


Tarefas de Casa


Nem eu nem os sul-coreanos tínhamos tarefas de casa como varrer, limpar janelas, etc, mas acho que o bom senso de manter as áreas comuns organizadas e limpas era o que predominava. As roupas ficavam a cargo da mom e isso não me incomodava, mas algumas peças eu preferia lavar no banho e secar no closet. Era uma casa grande, de dois andares, duas salas, duas cozinhas, vários quartos... A área dos estudantes era o "primeiro piso", com entrada pelos fundos, já o andar superior da casa era para algumas ocasiões. Cada estudante tinha o seu quarto com banheiro e closet e a questão do espaço era respeitada. Nunca soube de alguém entrar ou mexer nos pertences sem permissão, mas eu preferia guardar na mala alguns objetos (a porta do quarto podia ser trancada por fora, só que a tranca era direto na porta, sem chave, e não me dava bem com a fechadura, embora sempre tentasse).

Cada um de nós também tinha a sua chave de casa e seguia seu caminho, pois estudávamos em escolas diferentes. O café de manhã, tirando algumas comidas, era praticamente igual ao que já faço em casa (comer/beber em pé e/ou ajeitando as coisas), já que não tenho o hábito diário de sentar à mesa e tomar café com família e/ou amigos, Com o pessoal da Coreia do Sul, era parecido, cada um tinha seu horário e era difícil nos encontrarmos para trocar um bom dia, então, não encontrei resistências. Assim como eu, eles usavam duas conduções para chegar à escola (eu, 2 ônibus; eles, um ônibus e metrô), mas acredito que eles ficavam mais tempo em casa, vendo filmes coreanos e programas de tv canadenses - participei assistindo a um pouco disso tudo e dividindo a compra de muitos doces e bebidas (importante: se 2 amigos ou amigas entram juntos na loja para comprar bebida alcoólica em Vancouver, só é possível comprar se ambos apresentarem passaporte e tiverem idade mínima (19 anos), mesmo que só uma das pessoas pague). 

Vale a pena?


Eu recomendo muito a experiência de ficar em casa de família, mas acredito que ela funciona mais se o estudante viaja de coração aberto e está disposto a respeitar e conviver com o que é diferente. Jogo de cintura se faz necessário em várias situações e não posso falar por todas as famílias, mas só tive boas impressões da que me acolheu. Nosso convívio não era como o de famílias mais tradicionais, de almoçar ou jantar (às 18h, no caso de Vancouver) todos os dias, mas pude conhecer um pouco deles e eles de mim, falando sobre minha vida, família e costumes no Brasil. Eu, que raramente via o meu dad, ganhei camisetas de presente e uma carona dele até o metrô para seguir viagem ao aeroporto - mas o que trouxe dessa experiência foi muito maior e, sem demagogias, é para sempre mesmo.



Mari voltando ao post. :) Eu, a Andi e Évelin contamos algumas de nossas histórias de intercâmbio, agora, deixa nos comentários a sua! Vou adorar ler. E se tiver mais alguma sugestão de post deixa nos comentários aí também! <3

Beijos, Mari! :)
Facebook | Instagram | Twitter |Spotify | Bloglovin | Pinterest

Intercâmbio: Como é morar em casa de família? #1

quinta-feira, 9 de junho de 2016 2 comentários
Faz um tempinho que escrevi contando minha experiência de intercâmbio morando em residência estudantil (pode ser visto aqui). Tive um feedback ótimo, muita gente interessada, por isso decidi fazer um outro post, dessa vez falando sobre morar em casa de família (host family).

Como nunca tive essa experiência, pedi, então, ajuda a uma amiga, a Andiara, para construir esse post (que virou uma microssérie haha). Ela morou em casa de família em Vancouver, no Canadá, e me apresentou a Évelin, ex-intercambista, que morou em Brighton, na Inglaterra. As duas vão contar suas histórias e quem sabe te auxiliar num futuro intercâmbio. Esse primeiro post ficará a cargo da Évelin, o próximo, da Andi.  :)


Por que host family?


Já tinha ouvido de um colega que era bem interessante, pois é possível praticar o idioma e conhecer mais a cultura local. Como esses eram os meus objetivos, não tive muitas dúvidas na hora da escolha. Além disso, nas pesquisas, o custo para ficar em uma casa de família era mais em conta.

Antes do embarque


Ao fechar o pacote, respondi a um questionário perguntando se eu tinha alergias, preferência em relação a animais e crianças na casa entre outras coisas. Não tive contato com a família, mas recebi com antecedência o nome, endereço e um resumo sobre os gostos deles.

Antes do embarque senti um pouco de medo em relação as regras. Uma das minhas preocupações era a quantidade de banhos por dia. A própria agência também alertou sobre a questão da higiene da casa, que poderia ser diferente do que eu estou acostumada.


Primeiro contato e a rotina


Recebi uma chave da casa, um mapa da cidade e me explicaram as linhas de ônibus que eu poderia pegar para ir à escola e ao centro. No primeiro dia de aula, me levaram de carro até a escola para ensinar o caminho, super gentis. Perguntei sobre o banho e horários para transitar pela casa e eles me deixaram bem à vontade. Só pediram para avisar caso eu não fosse jantar em casa. Como eu saía de manhã e eles trabalhavam, nos encontrávamos somente à noite. Eles conversavam bastante, perguntavam sobre o meu dia.

Acho que um ponto que pode ser negativo para alguns é a distância das casas em relação ao centro. Eu levava um pouco mais de 20 minutos para chegar à escola, mas era bacana porque ia conhecendo a cidade. Em função disso, eu saía preparada para voltar só no fim do dia, pois demorava para me deslocar.

Algo que não agradou muito foi o fato de eles me servirem nas refeições (o pacote incluía café da manhã e jantar). O café era self-service, mas no jantar eles serviam o meu prato e colocavam muita comida. No início tive vergonha de falar, só na última semana me permiti não comer tudo e jogar os restos fora (depois de conversar com colegas e saber que eles faziam isso). Outro aspecto que incomodou um pouco foi a lavagem das roupas, pois eram lavadas na máquina (uma vez por semana) e eles colocavam pra secar. Fiquei encabulada por outras pessoas mexerem em minha roupa íntima, então lavava no banho e deixava secando no quarto. Teve uma vez que fui até uma lavanderia para lavar as roupas de acordo com a minha necessidade e foi tranquilo.



Vale a pena?


Fora isso, não tive nenhum problema sério ou queixa. Eu adorei a experiência e sei que tive muita sorte com a host family. A casa era extremamente limpa (ao contrário do que eu já tinha lido), o quarto era individual (definido no pacote), eu não tinha nenhuma tarefa doméstica, a vizinhança muito charmosa, a comida era muito boa na maioria das vezes e a família muito querida. As coisas que me incomodaram foram muito pequenas em relação ao todo. Com certeza recomendo, pois é uma forma de mergulhar na cultura local.


Mari aqui! Espero ter ajudado de alguma forma vocês. É sempre bom conhecer histórias de intercambistas. Muito obrigada a Évelin por ter compartilhado a história dela com gente! <3

Beijos, Mari! :)
Facebook | Instagram | Twitter |Spotify | Bloglovin | Pinterest

Tag Bloggers Out & About - sobre viagens

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016 7 comentários


Vi essa tag no blog da Babi, e já fiquei animada para responder. Primeiro, porque fala sobre viagens. Segundo, porque é parte de um projeto bem legal, idealizado pela Verônica, com intuito de reunir blogueiras que amam compartilhar dicas e experiências sobre viagens. Quem ficou interessado ou interessada para participar, o grupo no facebook é Bloggers Out and About.

Então, pé na estrada!

1. Onde você nasceu?
Fortaleza-CE.

2. Onde você mora hoje?
No mesmo batelocal em que nasci.

3. Qual foi o destino da sua última viagem?
Fui ver Muse sendo Muse no Rio de Janeiro.

4. Qual é o destino da sua próxima viagem?
Por enquanto, nenhum plano. :(

5. Qual foi sua melhor viagem?
Acho que meu intercâmbio pra Vancouver, no Canadá, ficará sendo minha viagem favorita por muito tempo.

6. Qual o lugar mais bonito que já visitou?
Deep Cove - North Vancouver. Vocês já ouviram a expressão "paisagem de tirar o fôlego"? Então, senti isso. Lembro muito bem do momento em que eu desci do ônibus, olhei pro lado e avistei um paredão de pinheiros (acho que são pinheiros) sob um céu nublado. Wow! Pensei que tivesse no filme Crepúsculo. Sério! hahah Infelizmente, as fotos não condizem com a beleza do lugar, e só tenho as que editei lá em 2013. :D É encantador!





7. Que lugar você quer muito visitar?
Meu sonho é conhecer Banff, que fica na província de Alberta, no Canadá (again). Queria visitar a cidade no inverno e no verão, porque o lugar se transforma completamente de uma estação para outra. Os lagos ficam congelados e viram pistas de patinação no gelo. As fotos de lá são incríveis.



8. Qual lugar você não tem tanta vontade assim de conhecer?
Miami. É um lugar que só me lembra compras. hahah Se pagassem para eu ir, iria demais. Mas, por contar própria, a cidade ficaria no final da minha listinha.

9. Onde você gostaria de estar agora?
Londão! Sinto que não me dediquei 100% a Londres. Então, queria estar andando por Camden, ou conhecendo os lugares que não deu tempo visitar. Infelizmente, AGORA (12/02/2016 - 16:44) não está rolando jogo do Chelsea por lá. Se estivesse, com certeza, deixaria as opções que citei primeiro pra depois do jogo. Prioridades!

10. Onde é o seu "lar", o lugar que você se sente mais feliz? E por quê?
Pergunta difícil. Tanto que é a terceira vez que tento responder. Bom...Em Vancouver, eu senti uma sensação de pertencimento que jamais havia sentido. Na Inglaterra/Londres, estive perto das coisas que mais gosto: música (minhas bandas favoritas são de lá) e futebol (falta pouco pro Chelsea tomar meu coração por completo). Por Fortaleza não sinto absolutamente nada, somos estranhas. Mas, é nessa cidade, onde fica a minha casa, o lugar que mais amo ficar, junto com minha mamis, minha irmã e minha internet funcionando perfeitamente.



Indico a Tati, do blog Quero ir, e a Polyanne, do PolyPop. Mas quem ficou com vontade de responder, sintam-se também convidadas(os).

Beijos, Mari! :)
Facebook | Instagram | Twitter |Spotify

Intercâmbio: Como é morar em uma residência estudantil?

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016 12 comentários
Já faz um tempinho que fiz meu intercâmbio para Vancouver, no Canadá. Na época, cheguei a fazer dois posts (podem ser vistos aqui e aqui) contando um pouco sobre a experiência, mas nada focado em um assunto, como o tipo de acomodação que optei.

Residência estudantil (student house) e casa de família (hostfamily) são as opções de acomodação mais comuns oferecidas pelas agências de intercâmbio, em geral. Minha decisão pela residência estudantil, na verdade, foi tomada em conjunto com uma amiga, que viajou comigo. Esse tipo de acomodação permite uma maior liberdade de horários e uma certa independência, por isso a escolhemos.



Nossa casa ficava, aproximadamente, a 25 minutos de ônibus da escola. Morava gente da Alemanha, Suíça, Coreia do Sul, Japão, e, lógico, Brasil. Os quartos eram duplos ou individuais, dependendo do pacote de cada intercambista. Cozinha, sala, banheiros eram áreas de uso comum.

Fora alimentação e manter a casa limpa e organizada, não precisávamos nos preocupar com nada, a casa era toda mobiliada, tinha wi-fi, e material de limpeza não era preciso comprar. Cada um tinha seu próprio armário na cozinha e fazia sua própria comida. Sem mistério.
Regras da casa | Calendário de limpeza da semana

De fato, você é bem livre morando numa residência estudantil. Não é necessário dizer para onde vai nem a que horas volta. Você monta sua rotina. Porém, toda student house tem suas regras, óbvias para manter a harmonia de qualquer casa. Sujou algo, então lave. Vai fazer festinha, comunica antes. Quando tiver estudantes estrangeiros por perto, fale somente em inglês (respeito pelos colegas, né?!). E, mesmo com um quadro na parede com todas as regras escritas, ainda existia uns pequenos desvios, nada demais. Não tive do que reclamar, a não ser do aquecedor do quarto que falhava direto.

Caso alguém saísse da linha ou algo estivesse incomodando, ou não funcionando, tínhamos o nosso caretaker (pessoa responsável pela casa e que dava suporte para os intercambistas) para recorrer.



O legal de morar numa student house é ter contato com pessoas de todos os lugares do mundo, ver gente chegando e indo embora toda semana (ok, às vezes, essa parte pode ser triste), cada pessoa com um propósito de vida, com uma história para contar. A parte ruim é não ter tanto contato com locais. Mas essa era uma desvantagem que sabíamos desde o início.


Já foi intercambista? Conta nos comentários como foi sua experiência. Adoro conhecer novas histórias. <3
Beijos, Mari! :)
Facebook | Instagram | Twitter |Spotify

Playlist: Músicas que despertam o espírito wanderlust

terça-feira, 19 de janeiro de 2016 7 comentários
Créditos

Você está tranquilinha, na sua, quando, de repente, escuta aquela música que mais parece um tapa na cara. O despertar de algo, acordado por um som familiar ouvido outrora. O que acordou te faz querer ir, talvez até voltar. Ir em busca de viver o desconhecido, voltar para descobrir o que não foi vivido. É, mais ou menos, assim o espírito (ou sentimento) wanderlust, o desejo de viajar, explorar o mundo.



Algumas músicas me dão essa inquietação, essa vontade de sair procurando as peças do meu quebra-cabeça infinito. Então, decidi criar uma playlist para colocar todas as músicas que me trazem esse sentimento bom e compartilhar com vocês.

Apesar de algumas letras não terem, absolutamente, nada a ver com wanderlust, com certeza, há uma razão para cada uma delas estarem aqui. Um clipe que passava na TV todo o dia no café da manhã, os créditos de um filme que você assistiu com a galera, o carinha que dançava na neve enquanto trabalhava, uma propaganda, querer imitar o clipe do cara que anda sem rumo (alô, The Verve), e por aí vai.



Alguma música te faz sentir assim, com uma vontade inexplicável de viajar? Talvez alguma dessas músicas? Ah, fiquem a vontade para seguir a playlist. 
Beijos, Mari! :)
Facebook | Instagram | Twitter

Conhecendo o estádio do Chelsea (Stamford Bridge)

quinta-feira, 7 de janeiro de 2016 3 comentários
Ouso dizer que este é o post mais procrastinado da história da blogosfera. Há um ano e pouquinho, estive em Londres com algumas missões: uma delas conhecer o Stamford Bridge, a casa do Chelsea. Como o estádio continua o mesmo, pelo menos por enquanto (o clube planeja reformá-lo), acredito valer a pena compartilhar sobre e ajudar quem pretende fazer o mesmo passeio algum dia.



Antes mesmo do Chelsea, o Stamford Bridge já existia. O clube londrino só foi criado 28 anos depois da inauguração do estádio, justamente, para disputar partidas de futebol no local, que antes só recebia competições de atletismo.

Stamford Bridge é pequeno, compacto. Deixe-me dizer: é lindo <3. A arquibancada é BEM próxima ao gramado, mas em alguns pontos têm visão restrita. Os ingressos de lugares de visibilidade comprometida custam bem mais barato. Comprei um desses (£23,50 - valor normal para o setor £55), e consegui ver o campo totalmente, mas caso ficasse de pé, eu tinha que fazer alguns contorcionismos pra assistir ao jogo.

Tour


O clube oferece vários tipos de tour, inclusive uma com personalidades que foram importantes na história do time, a Legends Tour. Eu escolhi Stadium Tour + entrada no museu e custou £19. Assim como no estádio do Liverpool (Anfield Road), a visita é guiada. A tour dura mais ou menos um hora e a visita ao museu é por conta própria, pode ficar o quanto quiser.

As visitas acontecem diariamente, das 10h às 15h. Exceto em dias de jogos e um dia antes de partidas de competições europeias, a Champions League, por exemplo.

+ Comprar os ingressos para a tour.


Estadio_Chelsea_Stamford_Bridge

Se você é fã de futebol, com certeza, é um passeio que vale a pena. Para uma torcedora dos blues, então. :D E sobre assistir um jogo de Premier League: que sonho ir e voltar de um jogo de futebol, de transporte público, tranquila.

+ Conhecendo o estádio do Liverpool (Anfield Road)

Conhecendo o estádio do Liverpool (Anfield Road)

quinta-feira, 20 de agosto de 2015 4 comentários
Quando visitei Liverpool, coloquei de cara o Anfield Road no roteiro da viagem. Quero muito conhecer, pelo menos, os principais estádios do mundo, de acordo com a minha seleta lista de principais, lógico. Devagar, a gente chega lá.



O Anfield Road é a casa do Liverpool desde 1892, e, atualmente, tem capacidade para  mais de 45 mil pessoas. A arquibancada é bem próxima ao campo, característica bem comum dos estádios da Inglaterra (Europa, no geral) . Confesso que fiquei surpresa com as instalações, tudo simples e superfuncional. Nada de exageros, como vi em alguns estádios da Copa 2014.

O clube disponibiliza vários tipos de tour, até um específico para dias de jogos. Paguei £17 pelo Stadium Tour + entrada no museu. A visita funciona assim: Um guia acompanha o grupo de pessoas e vai apresentando as dependências do estádio, arquibancada, sala de imprensa, vestiários, local onde os jogadores costumam dar entrevistas pós-jogo, túnel e banco de reservas.

O guia era um apaixonado pelo Liverpool, que além de falar sobre a história do clube e jogos marcantes, ainda tirava onda com o próprio time e interagia com todos, com brasileiros, então. <3



A tour dura mais ou menos 1 hora. E não poderia deixar de citar um fato que aconteceu durante a minha visita. Logo no início quando ainda estávamos embasbacados com a vista para o gramado (sim, sou dessas), dois caras e mais um abrindo espaço passaram pela gente com uma das taças da Champions League. Minha cara foi de Roberta Miranda quando não sabe o que dizer, apenas sentir. Sério!

Peço desculpas pela falta de fotos mais detalhadas. Sou mestre em perder fotos. :/ Próxima semana entra post sobre Stamford Bridge, estádio do Chelsea. Vou contar como foi a visita e como foi assistir um jogo de campeonato inglês.

+ Quer saber mais sobre a cidade de Liverpool? Fiz um post aqui no blog sobre.

No Meio do Mundo: Londres

terça-feira, 11 de agosto de 2015 2 comentários
Conhecer Londres está na lista de lugares dos sonhos de muita gente, por que eu estaria do lado do contra, não é mesmo?! No meu caso, o interesse pela Terra da Rainha começou lá com Beatles e as Spice Girls, e foi se tornando uma meta com a entrada de McFLY e Coldplay na minha vida. :D



Ainda não conheci muitos lugares na vida, mas, sem dúvida, Londres é um dos mais fascinantes que já vi. A mistura da arquitetura antiga com a moderna e de pessoas dos mais variados costumes, o velhinho lendo um jornal com um cara punk ao lado, um sem se importar como o outro está vestido, as tradições, a educação das pessoas mesmo na correria do dia a dia. Aparentemente, tudo acontecendo harmonicamente.

Passei 6 dias por lá e ainda fiquei devendo visita em alguns lugares. Na verdade, cada pessoa tem um roteiro de acordo com as motivações que levaram à cidade. Tem aqueles que precisam incluir a Abbey Road, outros são superfãs do Harry Potter, tem os fãs de futebol (vai ter post só sobre o Chelsea), os dos seriados e por aí vai.



A hospedagem não foi uma das melhores, pessoal da recepção era bem aborrecido e o wi-fi pago (£3, 24 horas). Lembrem-se: com wi-fi, não quer dizer com wi-fi free. Ao contrário de Amsterdam e Liverpool, impossível não utilizar transporte público em Londres. Compramos o famoso Oyster Card por £5 , e você pode carregar como quiser. Optamos pelo travelcard (passe de 7 dias - £32,10), que você pode viajar quantas vezes quiser de metrô ou ônibus.

Dica do coração: Nem sempre é fácil ter acesso ao wi-fi no meio das andanças, então fui logo comprando um chip para ajudar na minha comunicação e localização. Comprei um da operadora Lebara que custou £15. Tinha direito a sms ilimitado e 1 GB de internet (não tenho certeza se era isso ou mais), mas era muito bom! Minha irmã usava o da Lycamobile que era ainda melhor, £15 por 5 GB de internet, sms ilimitado e ligação para o exterior era muito, muito barato. Estas informações tem algum tempo, então é melhor checar antes.






Mais informações sobre Londão nos links a seguir: London Eye | Londres para Principiantes | Mapa de Londres

Caso tenham alguma dúvida podem deixar nos comentários. Se eu souber, respondo para vocês. <3

Beijos, pessoal! :)

No Meio do Mundo: Liverpool

segunda-feira, 3 de agosto de 2015 12 comentários
Hoje é dia de falar sobre Liverpool, na Inglaterra. Essa cidade que mesmo antes de conhecer já considerava pacas.  <3

Liverpool fazia parte do meu leque de “lugares que eu quero um dia conhecer” há algum tempo, por causa de uma banda aí chamada Beatles. E depois que minha irmã foi morar por lá, o projeto da viagem deu uma acelerada, e, assim, pude conhecer a Terra da Rainha antes do previsto.



Liverpool fica a duas horas de trem e a 5 horas de ônibus, de Londres.  O valor da passagem varia muito. Pesquisando com certa antecedência, você pode encontrar preços bem em conta. Minha escolha de transporte foi o trem, mais rápido, prático e menos cansativo. Paguei 19 libras. Dica: se for pegar trem nessas viagens pela Europa, leva só uma mala e sem ser muito pesada. É um saco colocar e andar com mala dentro de vagão.

Sobre hospedagem não vou poder compartilhar nada, porque fiquei com a minha irmã, daí economizei uma graninha com isso.  Como em Amsterdam, também não utilizei transporte público para conhecer a cidade, que é relativamente pequena e dá pra conhecer o “principal” a pé. Mas peguei taxi/cab para ir e voltar do estádio do Liverpool, o Anfield Road (vai ter post só sobre isso). Ah! Existe uma diferençazinha entre o taxi e os cabs, que só fui saber lá. Os cabs são aqueles que ficam nas ruas e trabalham com taxímetro e os taxis trabalham com preço tabelado e você precisa ligar pedindo, é a opção mais barata.



Liverpool é uma cidade linda com pessoas maravilhosamente educadas e com um sotaque um tanto complicado de entender. Pequeno exemplo disso é o “sorry” que eles falam “sóri”. As pessoas sempre colocam um love, darling, sweet, quando dirigem a palavra a você .

Passamos quatro dias por lá e a cidade é bem atrativa, principalmente, se você é fã dos Beatles.  É incrível o quanto Liverpool respira Beatles e o que Beatles fez com Liverpool. Aeroporto John Lennon, Maternidade John Lennon, tem uma escola de arte lá chamada John Lennon, fora as dezenas de outros lugares que remetem a banda e a cada integrante.

Liv-Info03

Vou deixar aqui o link dos lugares que visitei, caso vocês queiram saber mais informações. Também espero que tenham gostado do formato como eu contei a viagem, estilo infográfico.  :) Todas as fotos foram tiradas por mim ou pela minha irmã, Marina.

No Meio do Mundo: Amsterdam

domingo, 26 de julho de 2015 11 comentários
Uma coisa que amo fazer é ler relatos sobre viagens, principalmente, quando estou preparando uma ou, simplesmente, quando quero atravessar o oceano sem sair de casa.

Cada pessoa tem uma percepção e experiência diferente sobre um lugar. Por exemplo, algumas pessoas viajam para compras, outras só a passeio. Umas levam muuuito dinheiro, outras vão com a grana certinha(eu). Daí, você filtra o que faz sentido para seu tipo de viagem e have fun.




Conheci Amsterdam no inverno e o lugar é simplesmente encantador. Os canais cortando a cidade, a arquitetura, as casinhas que parecem pinturas, as bicicletas vintage deixam a cidade ainda mais especial.

Passei três dias por lá e não gastei nadinha com transporte público, a não ser do aeroporto de Schiphol ao hotel e vice-versa (5 euros). A cidade é pequena, não vale a pena perder tempo e dinheiro se locomovendo dentro de um tram/ônibus, se você pode caminhar à vontade e com segurança por lugares lindos.

Inicialmente, íamos (eu, minha irmã e uma amiga) ficar no Quentin Arrive Hotel, mas fomos avisadas que o lugar estava em reforma e que iam nos transferir para um outro, o Quentin England Hotel. O que foi ótimo, ganhamos um café da manhã e uma localização bem boa. O hotel fica bem perto do Vondelpark, do Van Gogh Museum, do letreiro de Amsterdam e da Heineken Experience. A recepção foi bem prestativa e simpática. Quarto bom, cama maravilhosa e, o mais importante, aquecedor funcionando. Fechamos pelo Hostel Bookers.



O Red Light District é sim do jeito que todo mundo fala. Mulheres seminuas/nuas expostas nas janelas esperando algum cliente. E, sim, é comum ver a galera fumando maconha nos parques e coffe-shops (lojinhas de maconha). Algumas lojas de souvenirs são bem loucas, é um mistura de sex shop e coffe-shops. hauhaua É legal demais ver a diferença gritante entre as culturas.

Achei o trânsito um pouco confuso. Passa carro, onde, aparentemente, era  apenas uma calçada. Passa tram no meio de uma rua pequena e movimentada, e passa carro também. E, ainda, tem as bicicletas para você ficar ligada.




Van Gogh Museum

O museu é um prato cheio para quem gosta de arte. Não que eu entenda do riscado, mas é sempre bom estar aberta a novos conhecimentos. (veeixe!) Na época, a entrada custou 11 euros. Aconselho a comprar antes pela Internet.

Heineken Experience

Vale muito a pena visitar a Heineken Experience. Lá, você conhece a história da marca, aprende como é feito a cerveja, faz um tour interativo muito massa, ganha souvenir e ainda tem direito a um passeio de barco pelos canais de Amsterdam e tudo por 16 euros. <3

Anne Frank Museum

Só em falar que você vai à Casa da Anne Frank, você já sente o clima mudar. O ambiente é bem pesado, mas não seria diferente. Aconselho chegar cedo, a fila é gigantesca.



Bom, apesar de ser cara (até McDonalds), adorei a cidade. Espero voltar algum dia. Se no inverno Amsterdam é linda, imagina na primavera ou no verão.


One year ago...

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014 3 comentários
Finalmente um post não 6 on 6/7 on 7. Faz tanto tempo que só faço isso, que nem sei como começar algo diferente.

Talvez dizendo que hoje completa um ano da minha viagem de intercâmbio para o Canadá.

Talvez dizendo que, talvez, esse será um pedaço de vida mais feliz que já tive até chegar outro pedaço de vida que será mais feliz que o primeiro.

Talvez me desculpando pela qualidade dos vídeos, porque nenhum foi filmado pensando em virar um vídeo só.

Ou talvez me abrindo, dizendo que fiz o vídeo para diminuir a saudade e que, talvez, esse seria um jeito de pensar que cheguei de viagem ontem, e não meses antes.

Talvez dizendo que o vídeo tem exatamente tudo o que me encantou lá.

Ou talvez ainda confessando que fiz o vídeo a uns 5 meses atrás e só não compartilhei aqui no blog, porque estava esperando completar um ano de viagem para postar.



Falei também um pouco sobre meu intercâmbio aqui.


 Beijos =)

Mari no Rock in Rio

domingo, 29 de setembro de 2013 Nenhum comentário
Ainda dá tempo de falar sobre o Rock in Rio? :)


É complicado falar sobre gosto. Gosto musical então nem se fala. O que é bom pra mim, pode ser uma tortura pra você e vice-versa. Então tudo que eu falar aqui é baseado somente na minha experiência e nas minhas percepções. E você pode ter tido outras impressões completamente diferentes.



Esta foi a segunda vez que fui ao Rock in Rio (2011-2013). Então consigo comparar algumas coisas, mesmo tendo ido apenas um dia (14/09) do evento em cada uma das edições que fui.

Ponto positivo: 

Esquema de transporte público estava muito bom este ano, tanto na ida quanto na volta. Fui sentada nas duas viagens, não peguei trânsito da Alvorada para Cidade do Rock e vice-versa, e também não peguei trânsito da Alvorada para o Centro, onde estava hospedada.

Em 2011 foi uma bagunça. Eu pensava que nunca mais ia voltar pra casa, porque eu não via ônibus nem táxi livre. Mas aí apareceu uma van – quase certeza que era clandestina – e salvou nossas vidas.

Outra coisa legal foi poder entrar com comida e água.


Ponto negativo:

Queria entender o motivo de colocarem o Offspring no palco Sunset? Por falar em palco Sunset, por que não liberaram o som dos shows que estavam tendo lá para o pessoal do Palco Mundo ouvir? A gente só via as imagens no telão e nada de som. Não sei se existe alguma razão técnica para isso, mas acho que poderia ser repensado para outras edições.

Um dos pontos positivos na edição passada foram os banheiros que estavam limpos até depois dos shows. Neste ano, as coisas estavam beeem diferentes e beeem sujas.

Shows




Nenhuma das bandas do dia 14/19 eu posso dizer que levaram o prêmio "show da dor" (hora em que aparecem dores nos pés, nas costas e nos ombros. Ah, aparecem também a fome e o sono).

Dos três acima, o que eu mais gostei foi Florence and The Machine. Ela tem carisma e uma voz linda. O show foi magicamente encantador, aliás, a Florence parece uma fadinha, a “Fadinha Velocista” como disseram no Twitter.



O melhor da noite






Agora vou falar do melhor show do Rock in Rio: MUSE. :) A banda foi a melhor pelos motivos de: sou fã. Logo minha opinião não é muito confiável. Calma, não é bem assim. Sou fã, mas sou lúcida. :)

Não estou falando de animação, do começo ao fim da pista cantando enlouquecida. Eu falo de música, técnica,
som, guitarrista fod@, baixista mais ainda, entrosamento e etc. Todos esses e outros mais aspectos que fazem uma
banda ser incrivelmente BOA.  Não que eu seja uma super entendedora de música, mas os caras são tão bons ao vivo, que gerou até discussão sobre eles terem feito playback. O que é muito engraçado para quem já conhecia a banda. Além de ter sido a melhor, Muse ainda foi surpreendente. Eu não esperava aquele tanto de gente cantando. Sei que a banda não era muito conhecida aqui no Brasil. Então fiquei surpresa com o público.

Curiosidades

O palco era o mesmo da edição anterior, tanto que ainda tinha marcas da "pichação amor" do Chris Martin (Coldplay). Lembram que ele grafitou RI♥? Pois é, ainda dava para ver o coração.
Nenhum dia do Rock in Rio 2013 superou o público, em quesito animação/devoção, do Coldplay em 2011. Nenhuma música superou o que foi Yellow e In my place naquele dia.
Os papéis picados jogados no show do 30 Seconds to Mars tinham frases escritas.



E o Rio é lindo...


Fiz intercâmbio de um mês em Vancouver e...

terça-feira, 5 de março de 2013 5 comentários


...agora vou contar um pouco da minha viagem para vocês.


Canadá não era minha primeira nem segunda opção para fazer intercâmbio. Acabei escolhendo o país por ser mais barato que o Reino Unido (e eu queria viajar o mais rápido possível. UK, fica para depois), por não ter a necessidade de viajar para tirar o visto americano e também pelo inglês. Como ia passar somente um mês, achava mais proveitoso escutar/estudar um inglês mais limpo do que um inglês com sotaque mais carregado.

Me veja a menos fria! 

País escolhido, agora falta a cidade, a parte mais fácil. Optei por Vancouver por fazer menos frio que as demais cidades canadenses (leia-se: Montreal, Toronto e Ottawa)  no inverno.

Joguei meu dinheiro no lixo?

Deixando aqueles pré, médio e upper de lado e falando claro: eu sai daqui com o inglês intermediário, fiquei numa turma do mesmo nível e voltei com o mesmo intermediário que fui. Então não valeu a pena? é óbvio que valeu. Nesse caso, permanecer no mesmo nível não quer dizer que você não aprendeu nada. Pelo contrário, estando lá você está exposto ao inglês o tempo todo e a diversas situações que você nunca imaginou. Por exemplo: você tem a consciência de que vai pedir informação, mas, dificilmente, você vai se imaginar dando uma informação para alguém de fora ou, ainda, tentando explicar quantos tipos de polícias existem no seu país. Então você só tem a ganhar, não importando o tempo que você vai passar.

Student House

Student house tem suas regras, que são óbvias para manter a harmonia de qualquer casa. Tive uma experiência boa com residência estudantil. Não me arrependo. Daí me perguntam student house ou casa de família? Veja com sua agência o que é melhor para você. Leve em consideração preço, tempo de estadia e sua personalidade. Vi gente adorando e odiando a host family pelos motivos mais diversos. Então o que vai fazer sua experiência ser boa ou ruim será a sorte e você mesmo. É o que eu penso.

Oh My Vancouver!





 
Desenvolvido por Michelly Melo.