...agora vou contar um pouco da minha viagem para vocês.
Canadá não era minha primeira nem segunda opção para fazer intercâmbio. Acabei escolhendo o país por ser mais barato que o Reino Unido (e eu queria viajar o mais rápido possível. UK, fica para depois), por não ter a necessidade de viajar para tirar o visto americano e também pelo inglês. Como ia passar somente um mês, achava mais proveitoso escutar/estudar um inglês mais limpo do que um inglês com sotaque mais carregado.
Me veja a menos fria!
País escolhido, agora falta a cidade, a parte mais fácil. Optei por Vancouver por fazer menos frio que as demais cidades canadenses (leia-se: Montreal, Toronto e Ottawa) no inverno.
Joguei meu dinheiro no lixo?
Deixando aqueles pré, médio e upper de lado e falando claro: eu sai daqui com o inglês intermediário, fiquei numa turma do mesmo nível e voltei com o mesmo intermediário que fui. Então não valeu a pena? é óbvio que valeu. Nesse caso, permanecer no mesmo nível não quer dizer que você não aprendeu nada. Pelo contrário, estando lá você está exposto ao inglês o tempo todo e a diversas situações que você nunca imaginou. Por exemplo: você tem a consciência de que vai pedir informação, mas, dificilmente, você vai se imaginar dando uma informação para alguém de fora ou, ainda, tentando explicar quantos tipos de polícias existem no seu país. Então você só tem a ganhar, não importando o tempo que você vai passar.
Student House
Student house tem suas regras, que são óbvias para manter a harmonia de qualquer casa. Tive uma experiência boa com residência estudantil. Não me arrependo. Daí me perguntam student house ou casa de família? Veja com sua agência o que é melhor para você. Leve em consideração preço, tempo de estadia e sua personalidade. Vi gente adorando e odiando a host family pelos motivos mais diversos. Então o que vai fazer sua experiência ser boa ou ruim será a sorte e você mesmo. É o que eu penso.
Oh My Vancouver!