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Todo dia é dia de Kipling

quinta-feira, 27 de outubro de 2016 4 comentários
A Kipling sempre mexeu com os meus feels desde os tempos de escola - olha que isso tem uns 10 anos já. O mais legal é que a marca vem se reinventando sem perder a identidade. Os lançamentos continuam um amorzinho e bem versáteis para combinar com a rotina de qualquer pessoa.

Por isso, escolhi falar sobre a linha de ocasião Everyday no IV Seleção de Correspondente Kipling, que é aquela linha que orna com o trabalho e a diversão.

Peguei, então, a bolsa que mais fez meus olhinhos brilharem e montei looks brincando com o "nosso cotidiano". É óbvio que é impossível citar todos os estilos de vida aqui. Mas o mais bacana é que não existe regra, principalmente, se tratando de Kipling. Bora lá?!


Todo mundo tem aquela calça boa de guerra, que enfrenta tudo e todos quase que diariamente. E com bolsa não é diferente. A gente tem aquela queridinha de todo santo dia, não é mesmo? E como é liberado sonhar, escolhi a Dominica KC, da coleção City, pra ser a coringa que você mais respeita.

Tô encantada pela bolsa. Tanto que estou fazendo um post praticamente exclusivo pra essa belezinha. <3 A Dominica é superdemocrática. Vai facinho da faculdade pro trabalho, do parque pro shopping.

Dá uma olhada nos looks pra se inspirar.
O primeiro look sou bem eu na vida. Mas esse look de fim de semana ganhou meu core.

Socorrorr! Apaixonada pelos dois primeiros looks. 


Viu só como a Dominica é bem democrática? Combina tanto com looks mais casuais quanto com os mais ousados. Agora me diz com qual "rotina" você mais se identificou? Em relação a cor: bege ou prata?

Confesso que quando sentei pra escrever esse post eu tinha uma preferida, a bege. Pensava que ia ter dificuldade em montar looks com a prata. Mas até que não. Meu estranhamento com a bolsa com vibes futurística passou rapidinho.

A Dominica é do jeitinho que gosto: básica, além de ser transversal e pequena. Pontos que levo muito em consideração na hora de escolher uma bolsa pro meu dia a dia.

-x-x-

Preparei também um vídeo apresentando outras bolsas e brincando com o estilo de vida e a personalidade das pessoas. E já dizia o título dessa postagem: todo dia é dia de Kipling. ;)

Já peço mil desculpas se pronunciei o nome de alguma bolsa errado, vai que...Espero que curtam!






Animada de estar participando pela primeira vez da Seleção de Correspondente Kipling.
Imagina que louco... :p

Se você não sabe do que tô falando corre nesse link que tem tudo bem explicado.
Mais sobre a Kipling e dicas 10/10 sobre moda, vida e o mundo blogueiro, acessa o blog oficial da marca.

 Beijos, Mari! :)

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Tá Todo Mundo Mal, o livro da Jout Jout

terça-feira, 12 de julho de 2016 3 comentários


Tá Todo Mundo Mal, escrito por Julia Tolezano (mais conhecida por Jout Jout, youtuber e rainha da coisa toda <3), reúne uma série de textos sobre "nossas" angústias cotidianas.

Faço a minha inclusão, porque, de uma forma ou de outra, percebo um pouco de mim em várias angústias, ou crises, como a própria Jout Jout chama. Deve ser, por isso, todo o sucesso de Julia na internet: possibilitar a identificação com o outro.

Quantas vezes compartilhei um vídeo da Jout com uma amiga, porque era exatamente como me sentia ou pensava sobre alguma situação banal ou não? E, foi a mesma coisa com o livro. Aliás, fiquei bem confusa sem saber se determinada história li no livro ou vi no youtube. Sem falar da capa, né?! hahah


As crises vão desde o medo de ser violentada na rua, passando pela difícil tarefa que era cuidar de um tamagotchi (segundo ela, porque não tive tamagotchi), conflitos éticos na faculdade de jornalismo (oi!), até chegar no medo das críticas e na insegurança (olá!).

Em algumas dessas que citei, Jout Jout fala sobre inventar entrevistas, aspas maravilhosas quando cursava jornalismo. Acho que depois de 4 anos formada posso falar: também inventei uma miniaspa. Lembro que me senti péssima, mas era isso ou minha pauta caia e eu reprovava. hahaha

E a crise do Gregório? Jout disse que o livro quase não saiu, porque ela imaginou Gregório Duvivier lendo e achando o livro meio tosco. Ah, minha gente...quantas vezes não compartilhei posts nas minhas próprias redes sociais, não escrevi textos aqui no blog, porque não queria que conhecidos lessem e achassem meio tosco? hahah

Em outras crises, não vi o menor sentindo, porém devem fazer total sentido para outras centenas de pessoas. Enfim, é um livro escrito de um jeito bem espirituoso. Simples sobre situações, sentimentos, coisas corriqueiras.



Se você ainda não conhece o canal da Jout Jout, fica a indicação e as desculpas por escrever como se todos soubessem quem é Julia. :)
 Beijos, Mari! :)

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Desejos e Consumo: Tênis branco, Tá todo mundo mal e Islândia

domingo, 29 de maio de 2016 5 comentários


Tênis branco - De uns tempos pra cá, o uso do tênis branco se alastrou de uma forma que só posso falar "gratidão" hahaha. É lindo, confortável e fica bem com tudo. Quero! Odeio ter que usar salto alto, então meus olhos sempre brilham com calçados "pé no chão": tênis, sapatilhas e rasteirinhas.



Livro Tá Todo Mundo Mal - Adoro os vídeos da Jout Jout, logo a expectativa pelo livro dela está bem alta. Ainda mais pelo fato do meu vídeo favorito ser justamente o que leva o nome do livro: Tá Todo Mundo Mal. Me identifico muito.


Islândia - Tô apaixonada pela série de vídeos da Dani Noce e do Paulo na Islândia. Eles contornaram todo o país de carro, passando pelos lugares mais incríveis e quase inabitados. É impossível não querer se teletransportar pra lá e fazer a mesma trip deles. A edição dos vídeos é maravilhosa e não deixa o tédio tomar conta. Nunca pensei que fosse dizer isso, mas eu quero ir para Islândia. haha Você pode assistir a série nesse link.

Mais Desejos e Consumo





Beijos, Mari! :)
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#GirlBoss, o livro

sábado, 21 de maio de 2016 3 comentários


#GirlBoss conta a história da senhorita que transformou uma loja de roupas vintage no eBay num negócio de mais de 100 milhões de dólares. A senhorita, Sophia Amoruso. O negócio, Nasty Gal.

Se você desconhece esses dois nomes, assim como eu até um tempo atrás, deixa que eu te apresento: Nasty Gal é uma loja online de roupas, que foi considerada, em 2012, a "varejista de crescimento mais rápido" nos Estados Unidos. E, Sophia Amoruso é a fundadora, CEO e diretora criativa dessa loja.

Apresentados?! Agora voltamos à informação que, provavelmente, te chamou mais atenção: Sophia transformou uma loja no eBay num negócio de mais de 100 milhões de dólares. E se você quiser saber quem é a mulher - por trás desses títulos de fundadora e CEO - e como ela conseguiu esse feito, é no livro #GirlBoss que você vai encontrar todas as respostas.



Sophia escreveu sua própria trajetória de maneira leve e descontraída, como ela mesmo aparenta ser. Um livro de negócio para quem torce o nariz para livros de negócios, eu diria. Já adianto que não vai encontrar receita de bolo e fórmula mágica para ganhar muito dinheiro, nem a história de uma pessoa que estudou em Harvard, Stanford e talz. Você vai encontrar uma história inspiradora (e de muito trabalho!), que poderia ser a minha história ou a sua, quem sabe. É uma história "profundamente pessoal, mas universal". Acho que, por isso, o livro faz muito sucesso, principalmente, entre as meninas.



Apesar de uma linguagem leve e de várias questões próximas da nossa realidade, como entrevista de emprego, demissão e desconhecimento do mundo dos negócios,  o que poderia deixar a leitura ainda mais prazerosa, em algumas partes #GirlBoss fica maçante. Mas, no geral, é um livro bem legal. Ótimo para se inspirar, refletir, aprender, fazer anotações num post-it, confrontar suas ideias com as de Sophia, enfim...recomendo. E não só para quem quer empreender.

GirlBoss virando série no Netflix

Sim! A Netflix já encomendou uma série baseada em #GirlBoss. A atração contará com a produção executiva de Charlize Theron. Já no aguardo!



E aí, já leram #GirlBoss? Quais foram as impressões de vocês? Me contem!





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Desejos e Consumo: Cachos, Tattoo e McFLY

sexta-feira, 29 de abril de 2016 4 comentários
Acho que não preciso dizer que o post trata-se de uma listinha de desejos e vontades, materialistas ou não, né?! hahaha Enfim, de qualquer forma, tá dito. Acho legal acompanhar esse tipo de post em outros blogs, daí fiquei com vontade de compartilhar meus anseios aqui com vocês também.

Instagram da Vic | Desafetadas

Livro Dia de Beauté - Desde que foi lançado no ano passado, o livro de Vic Ceridono, Dia de Beauté, está na minha wishlist esperando o momento $erto para ser comprado. Amo o trabalho de Vic, a forma como ela transmite conteúdo de beleza, e pelo que li em resenhas o livro é perfeito.

Cachos - Estou há um ano e dois meses em transição capilar e está cada dia mais chato lidar com um cabelo com três mil texturas. Fiz um board no Pinterest para ajudar a manter o foco. Vem, cacho! Vem, cacho!

Reprodução | The Neighborhood Journal



McFLY - O que falar do acontecimento da semana, do mês, do ano? Depois de 2 anos e meio em hiatus, McFLY está de volta com uma tour de chorar em posição fetal. Serão 4 cidades (até agora), 3 noites em cada uma. Uma noite dedicada ao álbum Room on the Third Floor, outra para Wonderland e Motion in the Ocean, e a última noite para Radio:Active e Above the Noise. Ou seja, os guys (que saudade de escrever isso) irão tocar TODAS AS MÚSICAS já gravadas por eles em estúdio. Vibrações para a tour chegar até aqui.

Tatuagem - Há um bom tempo venho amadurecendo a ideia de fazer uma ou algumas tatuagens. Fiz um painel no Pinterest para tentar iluminar as ideias. Quem sabe um dia apareço aqui com uma tattoo? haha

Pinterest


Como perceberam no post, citei dois boards meus do Pinterest. Tinha a rede social há algum tempo, mas não usava com frequência. De uns tempos pra cá, abri meu coração para esse santuário de inspiração. Quem quiser me acompanhar por lá também, por favor, não faça cerimônia.




Beijos, Mari! :)
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Coisas que todo fã costuma escutar e odeia ter que lidar com isso

domingo, 20 de março de 2016 9 comentários
Esse post parece uma metralhadora de indiretas, mas não é bem assim. É quase um estudo de caso sobre o comportamento humano, com observação, análise e experiências (minhas e de outras pessoas) que fui coletando ao longo da minha vida de pesquisadora/fangirl. :) Não leve a mal. Bora lá saber as coisas que todo fã costuma escutar e odeia ter que lidar com isso?

"Vai viajar só pra assistir ao show dessa banda?"


Parece ser uma pergunta despretensiosa, mas, na verdade, é cheia de julgamentos. Todo fã que costuma viajar, com certeza, já deve ter respondido essa. Oras... Se o trabalho liberou, eu tenho a grana, eu quero ir, eu posso ir, qual é o problema? E, convenhamos, não é SÓ assistir um show. É muito mais.

"Vai de novo pro mesmo show? Por quê?"


Parece, mas não é o mesmo show. E se você faz esse tipo de pergunta, você não entende/sabe o que é ser fã. A gente quase nunca está plenamente satisfeita(o). Sempre procuramos a mais perfeita experiência. Às vezes, o público do segundo show foi o mais enlouquecido, e isso deixou tudo ainda mais foda. Quem sabe é no último show da tour que tocam a música da sua vida, aquela que mais parece um tiro no coração. Tem dessas.

"Por que ir tão cedo?"


Não adianta falar que é cansativo ficar em fila, que pegou um lugar legal mesmo chegando bem mais tarde que você. Veja bem, a gente sabe de tudo isso, e, mesmo assim, quase sempre, estamos dispostos a passar horas numa fila para tentar um espaço na grade ou mais próximo possível do palco. Quem sabe ganhar um sorriso, uma palheta, uma baqueta, um toque na mão.

Tem fã que é mais tranquilo com relação a isso. Eu gosto de chegar cedo, mas nunca fui de madrugar. E ficar em fila de show não é de todo ruim. Você conhece pessoas, faz novas amizades, passa horas falando de algo que você gosta sem ser julgado.

*E comparar Enem com fila de show não dá, né?! A pessoa vai fazer a prova da vida, não rola acampar dias antes. Tudo que a pessoa precisa antes do Enem é descanso. Não é levar sol ou chuva na cara.

"Na hora vende mais barato/vende mais caro"

Se a banda vai tocar na minha cidade, se eu achar que não vou ficar péssima de perder o show, se eu não for fã...fã, aí, sim, deixo para comprar ingresso de última hora.

Também tem o contrário. "Tão dando um milhão de reais no ingresso que você tem. Por que você não vende?" Aí, sim. Você tem que vender mesmo. hahaha Exagerei, mas sempre tem alguém dizendo pra você vender seu ingresso por um preço maior. Um achismo: fã vende ingresso porque está precisando, aconteceu algum imprevisto, algo assim.

"Sabe nem que você existe!"


O golpe baixo. Mas, veja só, nem conhecem a pessoa e faz um bem danado a ela. É uma relação de troca. Eles/elas nos dão a música, a gente devolve com amor, admiração, e sendo menos romântica...dinheiro. É o trabalho dos(as) caras/minas.


Se identificou com o post? Então, curte e compartilha. E me fala quais outras frases você, fã<3, costuma ouvir?! heheh
Beijos, Mari! :)
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O que a interwebs fala #2

quarta-feira, 9 de março de 2016 Nenhum comentário


Mais uma leva de links que andei separando para compartilhar com vocês no "O que a Interwebs fala". Por último, deixei um vídeo bem especial e queria muito que vocês olhassem. Não vou explicar nada. Apenas olhem e depois me contem o que acharam. :)

Beijos, Mari! :)
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O que a interwebs fala #1

terça-feira, 2 de fevereiro de 2016 5 comentários


Todos os dias somos bombardeados com textões. Alguns maravilhosos, outros nem tanto. É tanta coisa, que é inevitável a gente deixar passar algo legal. Por isso resolvi reunir em um post
(quase)tudo que andei lendo na internet nos últimos tempos, e que de alguma forma me chamou atenção. Aliás, muitos blogs fazem isso, e acho de uma utilidade e tanto esse tipo de post.


Lógico que aproveito a oportunidade pra fazer uma propaganda de uns posts meus para o blog Coisas de Blogueiras. Pra quem não sabe, em novembro de 2015, passei a colaborar com o blog na categoria de Viagens e Intercâmbio. Então, todos os meses estarei por lá compartilhando experiências e dando dicas de viagens.


Beijos, Mari! :)
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Combo: Simplesmente Acontece e Mourinho Rockstar #1

segunda-feira, 25 de janeiro de 2016 6 comentários
"Então quer dizer que a Mariana vai criar uma tag no blog para falar sobre filmes/livros?!", disse minha irmã. É de se espantar mesmo, mas esse ano quero me livrar desse "estigma" de pessoa que deixa livro pela metade e que não se concentra full time (precisa ser 100%?!) assistindo a um filme.
Por isso, resolvi criar uma espécie de tarefa de casa, um comprometimento meu com vocês, de contar aqui no blog um pouco do que andei lendo e assistindo durante o mês.

Diferente daquele combo que a gente costuma pedir em restaurantes, com tudo ornando perfeitamente, a tag Combo será uma mistureba louca. A começar por esse post, que juntou filme de comédia romântica com livro que fala sobre um técnico de futebol.

Mas sempre será assim: um filme e um livro.


Simplesmente Acontece (Love, Rosie)



Simplesmente Acontece é adaptação do livro de mesmo nome, escrito por Cecelia Ahern. O filme conta a história de Rosie e Alex, amigos desde sempre. Uma amizade que se transforma em amor, uma confusão de sentimentos em que os dois demoram anos para entender e aceitar. É um filme leve, quem gosta de comédia romântica sem muito mimimi deve amar.

Mais um motivo para o filme ganhar meu coração: os atores que interpretam Rosie e Alex (Lily Collins e Sam Claflin) são britânicos, logo têm aquele sotaque maravilhoso. <3 Ri, me aborreci, tive vontade de desligar o computador, implorei por spoiler e chorei. Enfim, vale a pena assistir.

Ver trailer

*edit: Anteriormente falei que o nome do livro era "Onde terminam os arco-íris". Mas, na real, o título do livro no Brasil ficou Simplesmente Acontece mesmo.


Mourinho Rockstar



Mourinho Rockstar fala do português José Mourinho, "o técnico mais polêmico do mundo", de acordo com o subtítulo do livro, escrito por Luís Aguilar. Mou é o tipo de pessoa que não faz muita média, gosta de sarcasmos e de cutucar, principalmente, se mexer com ele. Desperta o amor ou a raiva em muitos. É o que está faltando no futebol, sem a parte dos exageros. Sou suspeita pra falar, adoro Mourinho.

O livro reúne vários episódios da carreira de José Mourinho, contado por meio de polêmicas, conquistas e derrotas. Muitas vezes relacionando esses momentos com as histórias de personagens de filmes conhecidos, tornando a leitura mais interessante e divertida. Devorei em dois dias, mas é coisa pra um.

Onde comprar: Editora Grande Área


Deixem sugestões de livros e filmes. Vou precisar! heheh :)
Beijos, Mari! :)
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E se o Rock in Rio fosse feito por mim?

segunda-feira, 28 de setembro de 2015 12 comentários
O Rock in Rio acabou nesse fim de semana para a tristeza geral dos críticos musicais de sofá. Mas eu, como uma boa comentarista, fã de música e do festival, resolvi brincar de ser Medina e listar 5 artistas que eu quero muito ver na próxima edição do Rock in Rio.

Linkin Park

Linkin Park já é sócio do Rock in Rio Lisboa e, também, já tocou logo de cara na 1ª edição do Rock in Rio USA, em Las Vegas, nesse ano. A banda é super bem-vinda por aqui, e, eu, realmente, não entendo a ausência da banda nas edições brasileiras. Então, demorou! Em 2017, quero ver Linkin Park no Palco Mundo.

Ellie Goulding

Ellie Goulding coleciona um monte de hits e cabe no Palco Mundo direitinho. Sou alucinada pelo jeito da Ellie no palco. À vontade, sem muito carão, mas com muita energia e carisma. Gosto disso! Vem Ellie e traz o Dougie, também. <3


The Killers

Já, já isso aqui passa de Rock in Rio para Lollapalooza, não é mesmo?! Mas, pelo menos, aqui, posso mandar em alguma coisa. The Killers na próxima edição, sim. E se reclamar, coloco Brandon Flowers para fazer um show no Palco Sunset também.

Green Day

Adoraria ver Green Day na próxima edição do festival. Acho Billie Joe Armstrong um put@ de um frontman. Por mim, Green Day já estaria escalado para 2017.

Bruno Mars

Confesso que não gostava de Bruno Mars, mas depois que vi um show ao vivo do rapaz, mudei de opinião. O menino é bom e se garante. Vai pra edição de 2017.


Essas foram minhas 5 atrações, nem viajei muito e fui bem eclética. Mas, e aí, se você fosse o Medina, quem você contrataria para a próxima edição do festival?

Antes de tudo jornalismo

sexta-feira, 14 de agosto de 2015 Nenhum comentário
Terminar a faculdade sem precisar passar pelo TCC é o sonho de todo mundo, acredito eu. Mas lá no fundo, a gente sabe o quanto ele pode nos agregar. Em agosto, faz três anos que me formei em Jornalismo e posso dizer que aproveitei ao máximo o período do tão temido TCC.

Tive a "sorte" de saber o que queria pesquisar desde muito cedo. Mas nem sempre é assim. Às vezes, a pessoa passa mais tempo decidindo o tema do que propriamente pesquisando sobre. Para quem ainda não sabe o que fazer e está nos acréscimos do segundo tempo, a dica é faça algo que você gosta de maneira simples. Não tenta inventar coisas ainda mais complexas.



Sabe aquela frase “uma câmera na mão, uma ideia na cabeça”? Então, meu TCC foi um documentário sobre o jornalismo esportivo na TV cearense, e registrá-lo foi basicamente: Nós (fiz em dupla), uma câmera e uma lapela. Sem cinegrafistas, sem iluminação, quase sem noção de enquadramento, mas com muita vontade de fazer o melhor. Acho que a essência de um documentário é exatamente essa, retratar algo da forma mais crua.

Nosso objetivo era mostrar a rotina produtiva dos programas esportivos locais, abordando os conflitos éticos, o relacionamento com fontes e a linha tênue entre jornalismo esportivo e entretenimento. Intimamente, queríamos mostrar que jornalismo esportivo é, antes de tudo, jornalismo. E que isso vale também para área de cultura, moda, política, whatever.

Se tiver 20 minutinhos livre aí, dá o play.



Assistindo ao documentário depois de três anos, penso que poderíamos ter feito melhor. Acho que é assim com qualquer coisa que a gente faça, não é?! Mas se tem uma coisa que não muda nunca é o orgulho de ter feito esse trabalho. <3

Tom Fletcher: O pai do Buzz

quinta-feira, 6 de agosto de 2015 8 comentários
Existem duas formas de você já ter visto Tom Fletcher por aí: a primeira é se você foi/é ou conhece algum fã da banda britânica McFLY, na qual ele faz parte, e a segunda são pelos virais do Youtube que ele protagoniza.

Tom é aquele trintão que nunca perdeu a alma de criança. Ama tanto a Disney, desenhos animados e todo o universo infantil que acabou batizando o filho de Buzz Michelangelo Fletcher. <3



Antes mesmo de nascer, Buzz já estava em frente às lentes da câmera do pai. Tom registrou a gravidez de Giovanna Fletcher, esposa, durante todos os dias da gestação. O resultado foi esse vídeo liiindo, que já está quase batendo 12 milhões de views.


Agora, levanta a mão quem já viu o vídeo de um bebê rindo sem parar dos assopros que o pai dava em uma flor dente-de-leão? Os personagens desse viral, mais uma vez, são Buzz e Tom. Confesso que tenho um pouco de ciúmes quando vejo esse vídeo na timeline de alguém aleatório em relação ao mundo mcflyzistico. haha


Muita fofura, né?! Vocês já chegaram a ver algum desses virais por aí? Me contem! Além desses, há outros vídeos no canal do Tom que mostram Buzz sendo lindo e Tom sendo o pai mais fofo ever.

Mari no Rock in Rio (2011)

segunda-feira, 10 de outubro de 2011 Nenhum comentário
Será que ainda vale postar alguma coisa sobre o Rock in Rio? Prometo ser o mais breve possível nesta “resenha”. Vai ser difícil, mas tentarei, de verdade.

Desde quando soube que ia ter Rock in Rio aqui, sempre disse que iria. E meu desejo de ir só aumentava com o tempo e com as especulações das atrações no twitter. Falaram muito sobre Coldplay e Muse tocando no mesmo dia. Meu Deus, que sonho! Então, continuei acompanhado tudo que saía sobre o festival, até que um dia, finalmente, confirmou Coldplay, uma banda que realmente vale o esforço, de juntar dinheiro e fazer uma viagem e talz! Mas, ainda assim, queria mais, queria Muse junto. O tempo passou e a organização teve a ousadia rs [/caradepau de colocar Jay-Z pra tocar no mesmo dia que o Coldplay (desculpa). Daí, minha empolgação e meus planos foram por água a baixo. Coldplay seria o bastante pra mim, mas em um show só deles e com fãs só deles, e não em um festival. Então, Rock in Rio cancelado.

Eis que, de repente, o marido da Beyoncé fez a coisa mais correta na sua vida, cancelou o show dele no festival. E de novo, acendeu em mim a luzinha da esperança. – Irão trazer MUSE! *-* Mas, não. Não dessa vez! A organização divulga que Maroon 5 irá substituí-lo. É, menos mal, digo, MUITO BOM. Conheço a banda desde 2008, gosto das músicas, os caras foram super simpáticos da última vez que vieram pro Brasil, e o Adam Levine é lindo, por que não tentar ir?!*-*

Daí, eu teria que encarar o sold out*. Não comprei ingresso, esperando o Roberto Medina criar o British Day pra mim, e me ferrei! Só que aí, alguns dias depois, olhando minha timeline, vejo um tweet sobre uma promoção do Itaú, que dava direito a dois ingressos, apenas. Fui ver o que era. A promoção era responder uma pergunta do tipo “o que a música causa em você?”. Respondi e ganhei.

Enfim, passagens, companhia, hotel, tudo check! Hora de Rock in Rio

Show

Chegamos no RiR umas 6:40, deu tempo de ir ao banheiro e comprar um lanche no Bob’s  rapidinho, sem filas. Daí, fomos atrás de um lugar bom pra estacionar e ficar até o último show. Aproveitando que a galera estava toda sentada esperando o palco mundo iniciar seus trabalhos com Frejat, conseguimos um bom lugar, haja vista a hora que chegamos e o respeito de não pisar em ninguém sentado no chão.

Começa Frejat. Show empolgante, galera cantando tudo, e eu quase tudo, lógico, contendo minha voz pra mais tarde. Táticas de fã! Termina Frejat, e nós avançamos pra mais perto do palco.

Começa Skank. Não tive como poupar minha voz, que show massa foi aquele? Cantei e pulei mesmo! Termina Skank, e avançamos mais ainda. À medida que os shows iam acabando, abria espaço para galera que estava mais atrás. E eu adorando isso, ainda tinha show do Maná e Maroon 5. Pelos meus cálculos, no show do Coldplay estaria bem próxima a grade.

Começa Maná. Show que apareceu dor em tudo. Dor nos pés e pernas, dor nos ombros e braços, dor no pescoço, e deu sono, muito sono. Apesar de ser uma boa banda e talz, mas só sabia três músicas, duas delas, em versão forró. o.O Enfim, eles tentaram, mas realmente não deu. #sorry Termina Maná, e avançamos mais um bocado.

Começa Maroon 5. Moves like Jagger acordou quem estava dormindo no show anterior e curou as dores que tinham aparecido também. Show pra cima do início ao fim. Uhum…Não é por que acabou com She Will be loved, que o show terminou calminho, foi um final  grandioso. Termina Maroon 5, e lembra do espaço que havia conquistado a cada final de show? Pois é, voltei pra o mesmo lugar que estava. Parece que todo mundo resolveu voltar para seus respectivos lugares. Mesmo assim, era um bom lugar!

Começa Coldplay. A banda teve a ousadia de colocar uma música nova(Hurts Like Heaven) para abrir o show, em um festival. Podia dar errado, não é? Mas que nada, empolgação máxima. Yellow foi uma loucura, todo mundo se dedicava na música, se entregava de verdade. Coisa mais linda foi ver a entrega do público para a banda. Depois veio In My Place, e eu não consegui pegar a borboletinha, voaram todas para o lado oposto que eu estava #mimimi. Em meio aos clássicos, eram tocadas as músicas novas, e delas apenas Paradise sabia cantar do começo ao fim. Que música mais linda!  Vieram Lost e Violet Hill. Ufa, que sonho. Ver a banda ali, tão de perto, fazendo tudo que você via nos vídeos do youtube e DVDs. Ai, ai! Hora do BIS, e eles me voltam com Clocks, simplesmente só olhava aquela banda no palco, não conseguia cantar, admiração total. Every Teardrop Is a Waterfall foi a última música do show, e que show! Impressionante…contagiante…

É isso! Quero agradecer ao Jay-Z pela desistência, e por ter deixado o dia 01 ser o melhor dia do Rock in Rio, segundo minha pessoa.



 
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