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Muse sendo Muse no Rio de Janeiro!

quarta-feira, 28 de outubro de 2015 7 comentários
Quinta-feira passada, no Rio, tive a oportunidade-sorte-felicidade-presente de assistir ao meu quarto show do Muse, meu primeiro show solo deles aqui no Brasil.
E o que eu posso dizer sobre isso? Que já aguardo ansiosa pelos próximos que virão. É um negócio viciante, diria. A banda já entra, sem dó, com os dois pés nos peitos (tipo aquele cara do Mortal Kombat). As novas músicas, do álbum Drones, são poderosas ao vivo, até Dead Inside (que olho torto) e Mercy (que olham torto). É como li numa resenha no blog do Judão, elas - parecem - clássicos da banda já.



Fiquei na grade, no meio da passarela, e de lá pude ver de muito, muito perto, Matt tocar The Handler e Chris dar início a Hysteria. Indescritível! Parece que tudo o que eu cantei, gritei e pulei foram insuficientes para agradecer aos três (e Morgan também) esses momentos. Sem contar que foi emocionante ver Bellamy atendendo a um pedido dos fãs e pagando a promessa de tocar Muscle Museum aqui, mesmo eu preferindo Citizen Erased... Tudo bem! Embora, a casa não estivesse abarrotada de gente, como o esperado, devido aos altos preços dos ingressos e mais algumas questões, Muse teve um bom público, sim, e, fez um put@ show, mas isso é costume já.



Mas, dessa vez, minha saga muser não pára "só" no show. Teve algo ainda mais especial! Conheci a banda, precisamente, Matt e Dominic, na noite anterior. E é nessa parte que eu não sei mais o que escrever, porque nada do que eu falar vai explicar o que foi encontrá-los pessoalmente. Nos últimos anos, ficava pensando como seria conhecê-los e o que eu iria dizer, daí a coisa toda acontece e eu até hoje estou aqui sem palavras. Voz e mãos trêmulas, que ficavam ainda mais trêmulas, quando notava que eles estavam ali olhando para você, seja esperando para destravar o celular ou trocar a caneta, porque a que você entregou primeiro estava falhando, ou, ainda, te respondendo positivamente para uma foto.

Aproveito pra agradecer a Marília Ramos a graça alcançada, e as amizades (Amanda e Milena) feitas durante a longa espera no hotel a companhia. We made it, girls! õ/
 
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